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Esse caso parecia impossível!

Alguns anos atrás eu examinei um local de homicídio e encontrei apenas dois vestígios do possível criminoso. Uma pequena porção de sangue e um fragmento de impressão digital muito deformado. Diante da ausência de vestígios, de testemunhas e de quaisquer outros elementos que pudessem direcionar as investigações, muitos pensaram na hipótese ter havido suicídio e não homicídio.



Bem, mas eu tinha a pequena porção de sangue e o fragmento de impressão digital, que mais parecia um borrão de tinta. Talvez possam nos ajudar. Pensei. Resolvi checar aqueles vestígios. Embora fosse muito pouco, alguém tinha perdido a vida, e eu não poderia, sob nenhuma hipótese, desprezar nenhuma possibilidade. E vocês não imaginam. Aquele, se tornou um dos casos mais gratificantes em que eu atuei. Leiam até o final!


Eu levei pessoalmente a porção de sangue ao Laboratório de Biologia Forense. A porção era muito pequena, tão pequena que os exames talvez a consumissem completamente. Eu não conhecia Perita que realizou os exames, mas ela me telefonou no dia seguinte para falar da impossibilidade da realização do confronto genético. Disse que mesmo que tivéssemos um suspeito, com aquele material, não seria possível realizar o confronto. Aquilo me caiu como um balde de água fria.


Eu agradeci e perguntei se pelo menos o tipo sanguíneo poderia ser obtido. Ela me perguntou o que eu faria com o tipo sanguíneo e, embora ainda não tivesse nenhum, eu disse que poderia excluir alguns suspeitos. Ela não disse nada e pediu que eu ligasse no dia seguinte.

Antes que ela desligasse o telefone, eu fiz uma última pergunta. Quis saber porque não era possível realizar o teste DNA, para o caso de uma eventual comparação. E ela, por incrível que pareça, sem saber, deu a resposta que começou a desvendar aquele caso. Exatamente isso. Ela disse que não havia DNA no material. Disse que não havia células nucleadas naquela porção de sangue. Disse, e desligou.


Bem, vocês não devem ter entendido. Eu mesmo, demorei algumas horas para ligar as coisas. Eu vou explicar!


Mas vocês não vão acreditar na informação que eu obtive com o Perito Papiloscopista. Eu entreguei um fragmento de impressão de impressão digital que era um verdadeiro borrão de tinta e ele transformou aquilo em ouro. Ouro para minha investigação.

Mas amanhã eu continuo essa história! Não deixem de ler o próximo artigo! O final... bem, até hoje eu fico surpreso.

Eu espero vocês amanhã para continuar esse caso! Não esqueçam de deixar um like e compartilhar esse texto!

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