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Natal aqui, não!


Existem alguns lugares do mundo onde celebrar o Natal se tornou um crime. Regimes comunistas e alguns países islâmicos levam seguidores do cristianismo a praticar cultos escondidos para não serem perseguidos e castigados nessa data.


Conheça alguns lugares onde essa festividade é considerada ilegal.


Em Brunei, qualquer pessoa que celebra o Natal pode pegar até cinco anos de prisão. A proibição, por meio de lei, foi introduzida em 2014 por temores de que celebrar essa data "excessiva e abertamente" poderia ofender a população muçulmana. A punição por celebrar o Natal pode ser uma multa de US$ 20.000, até cinco anos de prisão, ou ambos.


Os cristãos que desejam celebrar o Natal devem fazê-lo em privado e informar as autoridades antecipadamente. Autoridades do Ministério de Assuntos Religiosos do país também visitam empresas locais para garantir que estas não exibam decorações de Natal, incluindo chapéus de Papai Noel e faixas com saudações de Natal.


A Arábia Saudita também é notoriamente anti-Natal. Segundo o estudioso saudita Sheik Mohammed Al-Oraifi, os muçulmanos não têm permissão para cumprimentar não-muçulmanos em ocasiões religiosas, como o Natal. "Se eles comemoram o nascimento do filho de Deus e você os cumprimenta ... significa que você apoia a fé deles", disse ele.



É claro que isso não é nem de longe tão aterrorizante quanto a situação na Coréia do Norte, que proibiu totalmente a celebração do Natal. Qualquer cristão no país que deseje celebrar esse dia deve fazê-lo em total sigilo ou enfrentar ações não especificadas do governo de Kim Jong-un. A natureza da "ação não especificada" geralmente é deixada à imaginação do “criminoso errante do Natal”.


Menos abertamente, mas igualmente ditatorial, sobre o seu desgosto pela festividade é a República Popular da China. No que parece fazer parte dos esforços do presidente Xi Jinping em erradicar essa data, ele ordenou a proibição das decorações de Natal em quatro cidades chinesas, e em um condado. Alunos, professores e pais de 10 escolas de todo o país disseram a repórteres que as celebrações de Natal haviam sido drasticamente reduzidas.


Hengyang, uma cidade na província de Hunan, disse em um comunicado publicado em uma conta oficial de mídia social do governo que qualquer um que fosse pego realizando vendas de Natal, ou celebrações que bloqueassem as ruas, seria punido. O comunicado dizia que os membros do Partido Comunista Chinês deveriam evitar festivais estrangeiros e, em vez disso, ser "modelos de adesão à cultura tradicional chinesa". Dito isto, mesmo que pareça como uma batalha ideológica entre o ocidente e o oriente, a população chinesa em geral continua comemorando o Natal com alegria.




Este texto foi extraído do artigo “Crimes Against Christmas” da revista UNRESERVED – edição de dezembro de 2019.

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